Quem Somos

O Centro Acadêmico de Ciências Sociais da Universidade Federal de Minas Gerais é o órgão de representação estudantil dos alunos desse curso. Antes chamado de Centro de Estudos de Ciências Sociais, foi um dos mais ativos órgãos estudantis, pelo caráter político e reivindicatório dos seus participantes.

Durante suas décadas de existência, o CACS sempre primou pelas demandas dos alunos do curso. Assim como as Semanas de Ciências Sociais e os demais eventos e seminários realizados na FAFICH. Três grandes projetos do centro acadêmico, que ganham cada vez mais respaldo perante a comunidade acadêmica, são o Projeto de Línguas, criado em 1999, que oferece cursos de inglês, francês e espanhol à baixo custo para toda a universidade e a Revista Acadêmica Três Pontos, que teve seu primeiro exemplar lançado no primeiro semestre de 2004 e recebe, cada vez mais, o apoio da comunidade científica com o interesse na área e a empresa júnior Meios, empresa sem fins lucrativos que prepara alunas e alunos do curso para o mercado de trabalho das Ciências Sociais.

Conhecido por trazer o nome do professor Arthur Versiani Velloso, hoje o CACS carrega também o nome de Vinícius Caldeira Brant, docente que compusera o quadro de professores das Ciências Sociais e que foi um ativo membro do movimento estudantil na sua época de maior eferverscência. As suas vocações e paixões, tanto na academia quanto na luta social, são inspirações para os futuros cientistas sociais.

Quem foi Vinícius Caldeira Brant?

Vinícius José Nogueira Caldeira Brant (1941-1999) foi um economista e sociólogo brasileiro. Fez parte de uma geração que, no início dos anos 1960, defendia um projeto de mudanças radicais na sociedade brasileira.

Quando aluno da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG (FAFICH) participou da organização das Ligas Camponesas. Presidiu a Liga da Juventude Trabalhista, ligada ao Partido Trabalhista Brasileiro, e atuou na formação do Movimento Revolucionário Tiradentes, ligado às Ligas Camponesas. Militante do movimento estudantil, integrou a Juventude Universitária Católica. Em maio de 1962, foi um dos fundadores da Ação Popular (AP), organização política com predominância de militantes da esquerda cristã, egressos dos movimentos de leigos da Ação Católica.

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